11/08 – Dia do Advogado/ do Direito
15/08 – Dia da Informática
2) Novidade: Encoders S&E
A tradicional linha de Geradores de Impulsos/ Encoders S&E foi ampliada. Agora há mais opções de números de pulsos, canais de saídas e tensões de alimentação. Confira as principais características técnicas da nova linha:
Nome do Produto: ENCODER INCREMENTAL
www.seinstrumentos.com.br/geradores.html
ou entre em contato com o nosso departamento comercial pelo telefone: 11 55223877.
3) Atenção para os novos códigos dos Encoders/ Geradores de Impulsos
Com o lançamento da nova linha de Encoders, com mais opções de saídas, alimentação e montagens, a S&E criou novos códigos para unificar a linha de produtos antiga com a linha nova.
Atenção para os novos códigos:
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Versões |
Canais de saídas |
Tipo de sinal/ Corrente de Saída |
Nº pulsos/ volta Limite de freqüência |
Opções de alimentação |
Consumo |
|
E1 ... |
A (Unidirecional) |
PNP* ou NPN* máx 20mA |
Até 100 pulsos – freq máx 10KHz |
Especificar 5V, 12V ou 24V |
15mA s/ carga |
|
E2 ... |
A e B (Bidirecional) |
PNP* ou NPN* máx 20mA |
Até 80 pulsos – freq máx 10KHz |
Especificar 5V, 12V ou 24V |
20mA s/ carga |
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E3 ... |
A, B e Z (ref. zero) |
PNP* ou NPN* máx 20mA ou TTL |
A partir de 100 pulsos – freq máx 50KHz |
Especificar 5V ou 9 a 28V |
30mA s/ carga |
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E4 ... |
A,A\, B, B\ e Z, Z\ |
DLD diferencial line driver para 20mA/ canal |
A partir de 100 pulsos – freq máx 50KHz |
5V |
100 a 150mA com carga 180W |
SEQUÊNCIA DO SISTEMA DE CODIFICAÇÃO:
E? - X - X - X - ____ - ____ - ____
E ? (número no quadro acima, que depende do número de pulsos escolhido)
X - Sistema de montagem - especificar tipo A (ponta de eixo), B (eixo transversal), C (carrinho com 2 rodas métricas)
X - Sistema de proteção - especificar tipo 1 (sem retentor de vedação), 2 (com retentor de vedação em apenas 1 lado) ou 3 (retentor de vedação nos 2 lados do encoder)
X - Sistema de conexão - especificar tipo A (saída de cabo direto com 2 metros), B (saída de cabo direto com 5 metros), C (saída de cabo direto com outro tamanho, colocar a metragem que deseja) e D (saída de cabo de 1 metro com conector macho e fêmea DIN profissional).
____ - Escrever o número de pulsos escolhido: pode ser 1, 2, 3, 4, 5, 6, 10, 12, 15, 20, 28, 30, 36, 40, 50, 60, 80, 100, 150, 200, 250, 254, 256, 300, 360, 400, 500, 600
___ - Escrever o tipo de saída: pode ser PNP, NPN, TTL ou DLD (vide quadro acima)
___ - Escrever a tensão de alimentação: 5V, 12V, 24V ou 9-28V (vide quadro acima)
4) Reflexão: Quase
Quase
Luis Fernando Veríssimo
Ainda pior que a convicção do não, a incerteza do talvez é a desilusão de um "quase".
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contexto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença do "Bom dia", quase que sussurados.
Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz. A paixão queima, o amor
enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a
alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no
meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons
de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia
o vazio que cada um traz dentro de si. Não é que fé mova montanhas, nem que
todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas
resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da
vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Para os erros há perdão; para
os fracassos, chance; para os amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar
um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou
indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais
horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando
porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já
morreu!!!
5) Curiosidade
CALIBRAÇÃO X AJUSTE
Um instrumento calibrado é um instrumento sem erros?
Calibração é um ajuste?
Neste artigo, vamos esclarecer as principais dúvidas sobre calibração.
CALIBRAÇÃO é uma comparação entre os valores que seu instrumento está indicando no display e os valores correspondentes determinados por PADRÕES. Ou seja, para calibrar um instrumento é necessário um instrumento padrão.
Uma CALIBRAÇÃO é o simples ato de comparar os resultados.
Um instrumento padrão, então, não apresenta nenhum erro, é totalmente isento de erros? A resposta é não. Um instrumento padrão, que também deve estar calibrado, também possui uma incerteza de medição e suas respectivas correções.
Qual a diferença entra CALIBRAÇÃO E AJUSTE?
Em uma calibração, não existe a intervenção do técnico executor da medição sobre os resultados. Ou seja, ele não modifica o instrumento para minimizar o erro. Ele apenas mede. Caso existam erros de indicação fora dos padrões, o instrumento deverá ser encaminhado para AJUSTES. Sendo assim, esta modificação para minimizar o erro, feita após a CALIBRAÇÃO, é o AJUSTE. O ajuste é uma operação metrológica para acertar o instrumento, de forma que os erros de medição fiquem dentro de uma faixa de valores aceitável. O correto é que após o AJUSTE seja feita uma nova calibração. Em alguns casos, após a calibração é emitido um certificado, onde são listadas: as correções que necessitam ser realizadas; uma estimativa de incerteza de calibração; outras informações relevantes
Exemplo de calibração: Um termômetro na calibração apresenta um erro de –1°C. No processo de calibração, quando o termômetro indicou 19°C o padrão indicou 20°C. Comparando-se os dois valores, percebe-se que o termômetro apresentou um erro de –1°C (19° - 20° = -1°C). Ou seja, o termômetro será encaminhado para o ajuste (de +1°C) em sua indicação, para que o valor da temperatura seja o mesmo indicado pelo padrão.
É importante ressaltar que nem todos os instrumentos podem ser ajustados. Outra observação é que um ajuste pode deixar erros de indicação residuais no instrumento, mesmo depois da calibração, mas que podem ou não ser relevantes para o usuário.
Uma curiosidade: embora ainda muito utilizado no país, o termo Aferição não faz mais parte da terminologia de metrologia brasileira desde 1995. Utiliza-se apenas calibrar e ajustar, e não mais aferir.
Texto BASEADO no artigo O que é uma Calibração – Matheus de Medeiros, Revista Banas Metrologia – Maio de 2003.
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